quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Morre o Goleiro do Leão de São Marcos: Iô.

Faleceu Máximo Farias de Deus, ou simplesmente: Iô. Goleiro que defendeu o Sport Club Veneciano e o Leão de São Marcos, tendo uma ligação mais forte com a equipe leonina. Iô foi campeão do Norte de 1976 com o S. C. Veneciano, mas surgiu no Leão de São Marcos ainda nos anos 60 e foi considerado várias vezes o melhor goleiro do Estado do Espírito Santo nos anos 70.
Iô estava com a saúde debilitada há alguns anos, mas sempre estava sorridente e otimista quando o encontrava pelas ruas de Nova Venécia. O Blog do Leão de São Marcos lamenta a perda e deseja força aos familiares, e que se lembre sempre do pai, avô e atleta com muito carinho.
O futebol de Nova Venécia agradece à sua contribuição ao levar o nome da cidade por todos os cantos do mundo, em especial o Leão de São Marcos que fará com que  seu rugido e as  grandes defesas em sua meta jamais sejam esquecidas.
Que Deus o receba de braços aberto, nosso muito obrigado.

Blog do Leão

Quinta-feira, 21 de setembro de 2017


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Morre ex-supervisor do Veneciano


Morre ex-supervisor do Veneciano


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Morreu na noite de ontem, em Vitória, o ex-supervisor do time do Veneciano, Adolpho Wanzeller, aos 44 anos.
Adolpho estava internado no hospital Cias Unimed Vitória, desde o dia 27 de agosto, quando descobriu um aneurisma na aorta. Ele era muito querido no UP Centro Educacional, onde trabalhava há mais de 10 anos.
O aneurisma foi descoberto após uma partida de futebol com os amigos, quando Adolpho foi levado ao hospital com fortes dores de cabeça. No mesmo dia, ele chegou a passar por uma cirurgia de 13 horas, mas não reagiu bem e foi mantido em coma induzido.
Adolpho foi supervisor da equipe do Veneciano durante o Campeonato capixaba de 2002, ano em que a equipe de Nova Venécia fez grande campanha no Capixabão. Ele deixa esposa e dois filhos, uma menina de 14 anos e um menino de 11 anos de idade. O sepultamento acontece às 16h desta terça-feira, no Cemitério Jardim da Paz, em Laranjeiras.

Fonte: Rede Noticias de Comunicações

O Blog do Leão de São Marcos lamenta a perda e torce para que à família e parentes encontre forças para superar o momento tão difícil.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Futebol Capixaba:Campanhas Históricas: Rio Branco no Brasileiro de 1986

Campanhas Históricas: Rio Branco no Brasileiro de 1986

Levando mais de 157 mil torcedores ao estádio, Rio Branco passa por cima de adversários como Vasco e Internacional


Estádio lotado, vitórias em cima de times consagrados, goleadas, e jogos inesquecíveis. Assim foi o Campeonato Brasileiro de 1986 para o Rio Branco. O Capa-preta, que havia vencido o Capixabão de 85, disputava seu sexto campeonato nacional. Paulinho Almeida era o treinador daquela equipe formada por jogadores capixabas e de outros estados, com destaque para os atacantes Mazolinha, Jones e Marcio Fernandes, o meia Vicente e o lateral China. 

Com um time bastante ofensivo, chegando a jogar algumas vezes com quatro atacantes, e uma defesa fantástica, o Rio Branco venceu equipes como Internacional e Vasco da Gama, arrastando multidões para o estádio. Em seus 12 jogos como mandante, levou mais de 157 mil pessoas ao Kleber Andrade e ao Engenheiro Araripe. Foi o oitavo time que mais levou torcedores ao estádio no Brasil naquele ano. Na vitória sobre o Vasco, por 1 a 0, o Capa-preta bateu o recorde de público no Espírito Santo: 50 mil espectadores. 

A campanha histórica

No Campeonato Brasileiro de 1986, quarenta e quatro clubes disputaram a Taça de Ouro (série A) e mais 32 participaram de um torneio paralelo (série B), que valia quatro vagas para a segunda fase da competição. Na primeira fase, foram divididos quatro grupos de 11 times cada. O Rio Branco ficou no grupo C, junto com Santos, Guarani, Bahia, Piauí, Vasco da Gama, Tuna-luso, Cruzeiro, Operário, Atlético-GO e Náutico.

O Capa-preta não fez uma boa estreia diante do Bahia, em salvador: 4 a 0 para o tricolor. Porém, na segunda partida, jogando ainda mais distante da Grande Vitória, em Pernambuco, o Rio Branco venceu o Náutico por 1 a 0, calando o Arruda.
Nas duas primeiras partidas em casa, a torcida deu as boas-vindas ao Brancão na competição. Mais de 17 mil pessoas assistiram o empate de 0 a 0 com o Santos e 15 mil viram 0 a 0 com o Guarani. Em Belém, contra o Tuna-luso, mais um empate sem gols. Mas o jejum estava por acabar. E acabou contra o Piauí. Jogando no Engenheiro Araripe, o Capa-preta marcou quatro vezes, fazendo a alegria dos quase 10 mil torcedores presentes.

Um jogo para ficar na história: vitória em cima do Vasco, sob o olhar de 50 mil torcedores!

Gol de Marcio Fernandes em cima do Vasco da Gama, diante de 50 mil torcedores no Estádio Kleber Andrade











Quatro dias após a goleada sobre o Piauí, aconteceu um dos jogos mais marcantes da história do alvinegro capixaba, e um dos mais importantes do futebol no ES. No dia 21 de setembro, o Rio Branco recebeu o Vasco da Gama de Roberto Dinamite, Geovani e Romário.

Para essa partida, todos os 32,328 mil ingressos foram vendidos. Porém, no dia do jogo, o Kleber Andrade ficou pequeno para a torcida capa-preta. Devido ao grande número de pessoas do lado de fora, os portões que davam acesso ao estádio foram abertos, e logo o barranco ao lado das arquibancadas foi tomado. Estima-se que cerca de 50 mil pessoas assistiram àquele jogo, que foi recorde de público em uma partida de futebol no Espírito Santo. Quem conseguiu entrar viu um show da equipe capixaba. Roberto Dinamite, craque do time cruzmaltino, foi expulso, e Marcio Fernandes, ex-Ferroviária, marcou para o Capa-preta, que venceu por 1 x 0. “Eles ficavam falando em Romário, Romário, mas quem decidiu o jogo foi eu. Eles tiveram de aguentar depois“, conta o atacante Marcio Fernandes, sobre seu único gol no Campeonato Brasileiro.

Rodolfo: o paredão capa-preta bate recorde

As duas partidas seguintes foram longe de casa. No Mineirão, o Rio Branco arrancou o empate em 0 a 0 com o Cruzeiro. Em Mato Grosso, contra o Operário, vitória por 2 a 0. Até aquele momento, o Brancão estava há 720 minutos sem tomar gol, o que rendeu ao goleiro Rodolfo o recorde histórico de minutos sem tomar gols do time capixaba em Brasileiros.
Jogando no Kleber Andrade o Rio Branco era impossível de ser batido. O goleiro Rodolfo acabou sofrendo gol, mas o Capa-preta confirmou sua boa fase diante de sua torcida e derrotou o Atlético-GO por 2 a 1, com direito a gol do artilheiro Jones. A primeira fase acabou com o Capa-preta em quarto lugar com 14 pontos, mesma pontuação do Santos (terceiro) e na frente de Cruzeiro e Vasco.



Segunda fase: Capa-preta rumo às oitavas!

Jones, um dos artilheiros capa-preta no Brasileiro de 86
O Rio Branco foi para a segunda fase (dividida em quatro grupos de nove times) como grande aposta para seguir para a fase final. Mas o Capa-preta decepcionou nos primeiros jogos. Contra o Atlético-MG, no Kleber Andrade, melhor para os visitantes, que venceram por 1 a 0, para a decepção dos mais de 20 mil torcedores. Em seguida, derrotas por 2 a 1 para o Nacional e 3 a 0 para o Ceará. Em Santa Catarina, empate sem gols com o Criciúma.

Vasco vira freguês

O jogo seguinte foi novamente contra o Vasco, só que desta vez na casa do adversário, em São Januário. Sem tomar conhecimento do Gigante da Colina, o Capa-preta fez 2 a 1 no time comandado por Joel Santana. Edson Carioca e Jones marcaram os gols do Rio Branco em cima do time carioca.
Na semana seguinte, em casa, dois resultados ruins: 3 a 2 para o Sobradinho e 1 a 0 para o Corinthians de Biro-Biro.

Mazolinha, o artilheiro capa-preta

O reencontro com a vitória veio em alto estilo. Jogando contra o Internacional, no Kleber Andrade, Mazolinha marcou duas vezes e o Rio Branco venceu o time de Porto Alegre por 2 a 1. Na partida seguinte, na Capital Federal, Mazolinha brilhou mais uma vez, marcou dois gols, e os capixabas devolveram os 3 a 2 no Sobradinho.
No Engenheiro Araripe, jogando pela terceira vez contra o Vasco, empate em 1 a 1. Uma semana depois, no Mineirão, derrota de 1 a 0 para o Galo. Em casa, mais uma goleada: 3 a 0 no Nacional, com gols de Mazolinha, Jones e Edson Carioca.

Derrota para o Inter acaba com o sonho de chegar às oitavas

Paulinho Almeida, treinador em 1986
Faltando quatro partidas para o fim da segunda fase, o Capa-preta ainda sonhava com a classificação para a fase final. Atlético Mineiro e Corinthians já estavam matematicamente classificados. Vasco, Criciúma, Internacional Ceará e Rio Branco brigavam pelas duas vagas restantes. Ao Capa-preta, restava vencer pelo menos duas e empatar uma para carimbar sua vaga nas oitavas. Mas o próximo adversário não era nada fácil. Jogando no Beira-rio, o Capa-preta caiu diante do Internacional: 5 a 1 para os gaúchos. No jogo seguinte, Contra o Ceará, dois gols de China deram a vitória ao Brancão no último jogo do ano. Já em 1987, na despedida do Kleber Andrade naquele campeonato, empate em 1 a 1 com o Criciúma. Era o fim da linha para o Brancão. O último jogo da equipe capixaba foi no Pacaembu, contra o Corinthians. Em um jogo disputado e com grandes chances para o Rio Branco, vitória apertada de 1 a 0 para o time da casa.

Rio Branco se classifica, mas Clube dos 13 vira a mesa

O campeonato Brasileiro de 1986 foi marcado pela desorganização da CBF. Casos de doping e julgamentos no STJD fizeram com que a competição prolonga-se até o ano seguinte. Em função da dificuldade em organizar a tabela da segunda fase com um número ímpar de clubes, a CBF decretou a promoção de mais três clubes dos grupos A e D. Assim, em vez dos 4 grupos de oito times, originalmente previstos, a segunda fase do campeonato teve 4 grupos de nove clubes cada. Tanta confusão causou uma virada de mesa dos principais clubes brasileiros, que criaram em 1987 o Clube dos 13 e a Copa União. O Rio Branco, que com a belíssima campanha de 86 tinha vaga garantida na elite do futebol brasileiro, ficou de fora no ano seguinte. A fraca Federação Capixaba de Futebol nada fez contra a decisão do Clube dos 13 e o Mais Querido foi “rebaixado” de forma injusta, deixando para trás uma das melhores campanhas de um time capixaba em uma competição nacional.

Fonte: Blog - Capixaba Futebol Clube

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Federação de Futebol do Espírito Santo completa 100 anos

Futebol Capixaba
CENTENÁRIO
Federação de Futebol do Espírito Santo completa 100 anos
Centenário da entidade foi comemorado no dia 2 de maio


Uma das entidades mais tradicionais do esporte capixaba, a Federação de Futebol do Espírito Santo completou 100 anos na última terça-feira, dia 2 de maio. A entidade foi fundada em 117, já foi dirigida por 23 presidentes diferentes e atualmente está sob o comando de Gustavo Vieira, que foi eleito em 2014.
Apesar de toda a longevidade, a FES enfrentou muitas dificuldades no últimos anos, com o futebol capixaba entrando em declínio e tendo menor relevância no cenário nacional. Por conta disso, um dos principais focos da gestão de Gustavo Vieira é a profissionalização dos clubes, realizando cursos de capacitação. Em abril, por exemplo, em parceria com CBF, foi realizado o curso de análise de desempenho, identificação e desenvolvimento do talento nas categorias de base.
Gustavo Vieira, presidente da Federação de Futebol

"Cursos como essa ajudam na profissionalização da gestão dos clubes. Estamos planejando fazer no mês de junho um seminário focado na gestão das categorias de base, mostrando a importância das categorias de base para os clubes e também os mecanismos de proteção para os clubes formadores", explicou Gustavo Vieira, que também falou de projetos para o futuro.
"O principal objetivo é dar continuidade no nosso projeto de conseguir parcerias para viabilizar as competições. Hoje todas as bolas e os custos de arbitragem de todas as competições são bancadas pela federação, o que diminuiu os custos para os clubes", finalizou o dirigente.
Todos os presidentes da FES
Gustavo Vieira: Foi eleito em 2014
Marcus Vicente: 1994 a 2015
Willian Luiz de Abreu: 1988 a 1993
Ebes Lima Guimares: 1980 a 1987
Thiers Pedro Bonacossa: 1978 a 1979
Salim Carone: 1977
Álvaro José de Carvalho: 1972 a 1976
Salomo Nader: 1970 a 1971
Helio Soares: 1962 a 1969
Dílio Penedo: 1956 a 1961
Luiz Gabeira: 1954 a 1955
Alberto Stanger Junior: 1952 a 1953
Luís Gabeira: 1946 a 1951
Demosthenes T. Ribeiro: 1944 a 1945
Hermes de Barros Leite: 1942 a 1943
Nicanor Paiva: 1940 a 1941
Arnaud de Araripe Mello: 1937 a 1938
Carlos M. Medeiros: 1934 a 1936
Ansio Fernandes Coelho: 1932 a 1933
Osman V. de Resende: 1930 a 1931
Alfredo Sarlo: 1927 a 1928
Oscar Jorguta Couto: 1920
Alfredo Mello: 1918

Fonte: gazetaonline.com.br


A Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES) foi fundada em 2 de maio de 1917 e durante a sua trajetória seu nome sofreu algumas evoluções. Começou sendo chamada de Liga Esportiva Espíritosantense (LSES), e a partir de 28 de abril de 1938 foi denominada Federação Esportiva Espíritosantense, até 14 de setembro de 1943, quando recebeu a denominação de Federação Desportiva Espiritosantense.
Nesse período congregou diversas modalidades esportivas, segundo o Estatuto, e sua finalidade era dirigir, incentivar a difusão e aperfeiçoamento dos desportos como: Futebol Amador e profissional, Remo, Natação, Saltos Ornamentais, Polo Aquático, Vela e Motor, e Xadrez.
Em 21 de setembro de 1984, foi fundada a atual Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo, agora com nova finalidade – dirigir o futebol amador e profissional através das ligas e clubes filiados.
Seu papel é dirigir, superintender, incrementar por intermédio das Associações das ligas que lhe são filiadas, o futebol amador e profissional, promovendo medidas para o seu aperfeiçoamento, a realização de campeonatos, torneios e competições de futebol, bem como buscar o fomento para o desenvolvimento dessas atividades e a promoção social. A FES é filiada à Confederação Brasileira de Futebol e mantém contato permanente com as Federações e clubes dos demais estados.
Campeonatos e Ligas
O primeiro campeonato de futebol do Espírito Santo foi o Campeonato de Vitória de 1917 com clubes apenas da capital. A disputa organizada pela Liga Esportiva Espíritosantense, teve cinco equipes: América, Barroso, Moscoso, Rio Branco e Victoria, atual Vitória Futebol Clube. O América sagrou-se campeão, vencendo o torneio em pontos corridos.
Em 1930, o campeonato passou a ser estadual. Quem atuou como zagueiro no América e se tornaria o governador do estado do Espírito Santo e senador da República na década de 50, foi Carlos Lindenberg.
No Campeonato de 1985 foi instituído o acesso e descenso.
O Campeonato Capixaba de 2016 foi a 100ª edição do Campeonato Estadual reunindo dez equipes, sendo a Desportiva Ferroviária a campeã ao derrotar o Espírito Santo nas finais.
Sob a Gestão do Presidente Gustavo Vieira, o Campeonato Estadual de 2017 marca o centenário da entidade com participações de Rio Branco e Vitória que estavam presentes no primeiro campeonato em 1917. Além das duas equipes, participaram também mais oito clubes.
– Sem qualquer dúvida os últimos anos foram desafiadores. A crise política e econômica afetou grande parte dos segmentos produtivos e empresas em todo Brasil. Apesar do momento adverso, a Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES) navegou contra a maré,  e com empenho, profissionalismo e articulação conseguiu viabilizar importantes parcerias para o futebol capixaba. Comentou Gustavo Vieira.
Em março de 2016 recebemos a Seleção Brasileira para amistoso entre Brasil e Nigéria – um dos últimos jogos da Seleção olímpica antes das Olimpíadas
Em 2014, trouxemos ao Espírito Santo as seleções de Austrália e Camarões que treinaram e ficaram e nosso estado durante a Copa do Mundo.
Em 2016, a FES captou e investiu R$ R$ 1.000.030,00 que proporcionaram a realização de 397 partidas oficiais dos Campeonatos promovidos pela FES, por meio do pagamento de taxas de arbitragem e quadro móvel, e aquisição de material esportivo para as equipes, além de custeio de transporte para as equipes disputantes da Copa São Paulo de Juniores e Taça BH Sub 17. Somente em 2016, a FES realizou três campeonatos profissionais e oito campeonatos amadores, em um total de 397 jogos oficias, com a participação de mais de 1.500 atletas, gerando aproximadamente 1 mil empregos diretos.
A diretoria da FES tem contado com o apoio de importantes atores para a viabilização e implementação dos projetos que visam o desenvolvimento do futebol capixaba, como o Governador Paulo Hartung e toda sua equipe, a Confederação Brasileira de Futebol, as Federações Estaduais de Futebol, o Banestes, Icone e Kagiva, o Deputado Federal Marcus Vicente, os Deputados Estaduais Gilson Lopes, Marcos Mansur, Theodorico Ferraço, Euclério Sampaio, Dr Hércules, Almir Vieira, Janete de Sá, e os ex deputados Nilton Baiano e Lucia Dornelas. Também é importante mencionar o empenho de seus colaboradores e, principalmente, a confiança de nossos filiados.
Utilização estádio Kleber Andrade pelos clubes capixabas
A FES, através de recurso viabilizado pelo vice-presidente da CBF, Marcus Vicente, firmou um contrato para custeio da instalação de estrutura móvel complementar do Estádio Kleber Andrade, exigida pelo Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, pelo período de 11 meses. Assim, os clubes capixabas ficaram, neste período, isentos do pagamento de taxa para utilização do estádio. A isenção de taxa de utilização só foi possível após a parceria firmada entre a FES e a Sesport. Com a iniciativa foram realizados 16 jogos sem custo para competições profissionais e da base.
CBF Social
A FES recebeu em novembro o Projeto CBF + Saúde e CBF Social. A intenção é fomentar ações sociais através do esporte e promover atividades de inclusão por meio do futebol, da Seleção Brasileira e de jogadores e treinadores do país.
No Espírito Santo participaram 300 alunos de 9 a 13 anos que fazem parte de projetos sócio-esportivos do Governo do Estado e da Prefeitura de Cariacica-ES, além de acadêmicos, profissionais de educação física, fisioterapia e medicina que atuam com estes alunos e com as categorias de futebol de base da Federação de Futebol do Espírito Santo.
O projeto foi coordenado pelo Gerente de Desenvolvimento Técnico da CBF, Diogo Neto, e contou com a presença do Secretário Geral da CBF, Walter Feldman, e do vice-presidente da CBF e Deputado Federal do ES, Marcus Vicente.
Estreitando parcerias
A Federação de Futebol vem demonstrando a necessidade dos clubes receberem mais apoio público e privado para conseguirem representar bem o Espírito Santo nas disputas nacionais.
Através de um trabalho pautado na gestão transparente e profissional, a Diretoria da FES conquistou desde 2014, o engajamento do setor público através da indicação de emendas parlamentares estaduais e recentemente federal, investimentos que jamais foram destinados aqui no estado, além da liberação do Estádio Kleber Andrade para a realização de jogos locais com isenção de taxa de locação para os clubes filiados.

Emendas
Através das Emendas Parlamentares do exercício de 2015 e executadas em 2016, dos Deputados Estaduais Theodorico Ferraço, Gilson Lopes, Euclério Sampaio, Nilton Baiano, Doutor Hércules, Lucia Dornellas e Marcos Mansur, a FES viabilizou o pagamento das despesas com arbitragem quadro móvel e material esportivo dos Campeonatos Estaduais de 2016 – Série B, Sub 20, Interligas e Copa São Paulo, totalizando R$ 206.560,00.
Fonte: Federação de Futebol do Espírito Santo


O blog do Leão de São Marcos parabeniza à FES pelos 100 anos e se sente orgulhoso da equipe leonina ter feito parte dessa história.
Saudações do Leão de São Marcos


domingo, 20 de agosto de 2017

Rival é Rival Desde Cedo

 Para começar Leão de São Marcos e Sport Club Veneciano desde os anos 50 se enfrentavam constantemente em toneios ou no Campeonato Capixaba, deram muitas alegrias aos seus torecedores, porém em 1979 o S. C. Veneciano ganhou da equipe leonina uma única vez por 1 x 0, gol de Amauri. Até hoje tenho vontade de bater no Iô, grande goleiro, e amigo, mas falhou ao sair quase fora da área para impedir à cabeçada de costas do centroavante para a meta leonina. fato já escrito neste blog.
Olha como à rivalidade era grande, entre às crianças começava cedo também. Estávamos nós no final dos anos 70 na faixa dos nossos 12, 13 ou 14 anos, bem inocentes e divertidos, eu estava saindo de dentro colégio Polivalente onde estudava e reparei três garotos discutindo à partida vencida pelo Veneciano( dois torcedores do Veneciano e outro do Leão de São Marcos), eramos todos amigos, mas naquele momento foi tudo deixado de lado quando o solitário torcedor leonino me viu e disse: "Timinha estão me gozando porque ganharam uma única partida contra o Leão de São Marcos". Eu sem freios na língua dei a resposta que eles não queriam ouvir. Para quem passou à decada com alguns empates e várias derrotas no currículo eles estão no direito de comemorar, deixe se divertirem tambem, têm o direito.
Com isto saímos eu e amigo( que não me lembro mais) rindo da cara dos dois torcedores rivais que não conhecia nem à história do seu time, deixando-os com cara de bobo.
Para intender: de 1970 a 1979 Leão de São Marcos e S. C. Veneciano se infrentaram muitas vezes, porém durante essa década a equipe leonina só perdeu uma partida para o rival, justamente o último confronto entre ambos.
Para ficar claro a falta de conhecimento da história do S. C. Veneciano entre seus seguidores, descobri que ele era chamado de "Expresso Atômico", não sei de quê! 
Entre os torcedores, ex-dirigentes e ex-jogadores nenhum deles me souberam falar porque o time tinha as cores azul e branca. talvez por que  as cores da bandeira da cidade de Nova Venécia seja azul, porém não me lembro do branco nela. Outros já me disseram que as cores dos dois time vem  da bandeira do Brasil, que têm as cores dos dois times: Verde, amarelo, azul e branco, mas aí é outra história.

Timinha Campos

Animação em detalhe: fonte internet


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Leão de São Marcos no Facebook

Atenção:

Pessoal quem estiver interessado em acompanhar o Leão de São Marcos mande o seu convite para à página do time no FACEBOOK, fique à vontade e convide seus amigos, o Leão de São Marcos sempre querendo fazer amigos.

Agradeçimentos

:
Timinha Campos

Leão de São Marcos